segunda-feira, 21 de junho de 2010

A Vida de Fiori - Da antropoligia ao Funk


Poderia ser só mais uma história sobre um jovem qualquer, mas seu estilo de vida o faz diferente em alguns momentos, ou seja pessoa impar que vamos conhecer.

A primeira impressão pode não ser a melhor, mas basta iniciar uma conversa que se percebe que estamos lidando com uma pessoa um tanto quanto diferente, talvez por suas dualidades que são visíveis ou por seus gostos sem nexo, ecleticidade que assusta. Seu nome Fiori, flor em italiano (prefiro não comentar), e não é só isso, flamenguista e aluno de Ciências Sociais a probabilidade disso acontecer é a mesma de se ganhar na Mega Sena, mas espanto é o que você pode esperar dessa figura.

Capacidade de iniciar um debate citando desde de Maquiavel até Lévi-Strauss, que na maioria das vezes deve acabar com a alguma letra de funk carioca, mas um ingrediente ainda não foi adicionado nesse pote de excentricidade, o fator etílico!

A presença do álcool no organismo é capaz de transformar algumas pessoas, de forma que se tornam outra completamente diferente, experiencias que seram apresentadas descrevem bem esse efeito no jovem Fiori que já é bem diferente por natureza.


No próximo post vamos conhecer os efeitos do Fator etílico somado a personalidade peculiar do jovem Fiori.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Cotidiano


O despertador toca exatamente e religiosamente todos os dias as 6:25 da manhã, o despertar é preguiçoso e sofrido mas necessário, sentado na cama ainda com olhos fechados de sono agradece por acordar, respira fundo e se levanta, lentamente caminha até o banheiro onde molha o rosto com a água gelada que escorre pela pia, olha para seu reflexo no espelho e enxuga o rosto molhado.

Liga o rádio, a programação matutina é regada a musicas tranquilas, às vezes prefere ouvir um Jazz que acompanha o café forte que toma toda manhã em sua velha caneta verde, momento na qual remete seus pensamentos há um passado divertido, mas com muito sacrifício, tempo que as noites eram mais longas, os amigos eram mais próximos, os conflitos eram constantes, mas de fácil resolução, um tempo em que ninguém era igual, sendo esse o motivo que os mantinham unidos.

O tempo de tomar o café hoje é curto, o dia a dia corrido e movido por responsabilidades nos deixa desnorteados às vezes, me visto para iniciar minha jornada até o meu trabalho, as pernas já conhecem bem o caminho, as pessoas no caminho são sempre as mesmas, diariamente posso ver vários semblantes, no silêncio particular de minha caminhada percebo medo, tristeza, alegria, preguiça (por ser cedo talvez) e muito mais, tento imaginar uma trilha sonora para esses rostos, mas não me vem nenhuma sinfonia, nem ao menos uma simples nota.

Nesse percurso passo pela velha praça da cidade, local onde posso ver a esperança dos jovens que as pressas correm para chegar à escola, e a experiência dos idosos que por merecimento descansam sob a sobra das grandes arvores.

No fim dessa caminhada se resumi a mesmice da cadeira de rodinhas, a mesa com gavetas e o computador.


Faz tempo que não escrevo espero esta retomando o blog de uma forma que agrade a todos.


"A Felicidade é tão sòmente um momento perdido na imensidão do cotidiano."

.Aprigio Barcelos